19.2.6 – A FAMÍLIA…

– que para o Povo Português é o terceiro símbolo de união e moralidade por, a seguir a Deus e à Pátria – a formarem a "Trindade Pátria", a representar o Amor, a Honra e a Dignidade – serem os três símbolos mais resistentes aos métodos comunistas do "quanto pior… melhor !"; são os intimamente mais odiados pelos "gurus" das Internacionais políticas da esquerda – os "sem Deus nem Pátria" – para quem … Família não conta !

…É a Ela, Família – por ser o membro mais activo que se opõem aos ateísmo comunista, ao mesmo tempo que é vulnerável por ser diluída – o alvo mais apetecido para subtilmente ser acometido nos pontos mais frágeis, – sobretudo nos adolescentes ainda incapazes de discernir o digno do indigno, fáceis vítimas do sistema nefasto, seduzidos por promessas tentadoras – tal e qual como é feito pelas Seitas que eles promovem e legalizam no seu próprio interesse.

19.2.7 – Quem quiser reler o n.° 17.9.1, verá a razão da abismal diferença salarial entre os três países mais ocidentais do Continente Europeu, com a média de 238 contos no Alentejo espanhol, até 360 contos no País Basco, mais industrializado; e entre 300 e 480 contos na França; enquanto em Portugal rondará a miséria provável dos 100 contos média.

a) - Em Portugal, a maioria dos trabalhadores e operários das estioladas pequena e média actividade privada, na maioria não chegará a ganhar a média dos 100 (contos)/mês. Nos "protegidos", beneficiados pela venda da alma ("voto") aos partidos políticos, apesar de estarem em melhor situação, têm muito que percorrer para atingir a meta europeia.

b) – Quando se aproximar, mesmo a um rendimento abaixo do salário mínimo bruto praticado na Europa, o operário português estará a ser pilhado enquanto o salário mínimo não for superior a 216.735$ contos (1.081 Euros ) e para um casal sem filho, pelo menos 350 contos (1750 Euros ) – já inferior aos médios auferidos no desfavorecido Alentejo espanhol, que são, respectivamente, de 238 e 476 contos/casal, portanto menos 126 contos para o casal português.

19.2.8 – FAMÍLIAS COM FILHOS…

Para incrementar a demografia, será salutar, antes de mais nada, uma remodelação total da "to-ta-li-da-de dos Serviços". (Em toda a sua acção, demonstram continuarem com o auto-autoritarismo totalitário herdado dum "IARN" famigerado e péssima memória com "stórias" fantasticamente degradantes, que bem induzem a imaginar possíveis negociatas partidárias, intervindo figurantes guarnecidos a dentes de ouro e mais anéis que dedos, outros a se deslocarem de taxi, tão respeitados e misteriosos que até os "altos contínuos" esquecem o uso da máscara do autoritarismo, de que se servem para os que não exibem metais preciosos e se deslocam a pé.)

Na França, a família com apenas três filhos, tem uma compensação (abono de família) que lhe dá mais resultado – geralmente é à "escrava" – ficar em casa a olhar pela sua administração e filhos – que também conta para a reforma – do que ir trabalhar fora.

19.2.9 – Em Portugal, vai na terceira década de sistema protegido pela Constituição… (de inspiração comunista, claro !…; onde quem não seja útil ao partido… não conta !) … como acabo de descrever nos textos 19.2.1 e .2.

– Excluir a natalidade e eliminar fisicamente idosos e inválidos – como se tem vindo a promover pelo método da penúria – é a palavra de ordem; subsídios de família e pensões de reforma privilegiadas são regalias exclusivo único para as classes exploradoras e privilegiada do regime pilhante. Tenho consciência do que estou a dizer e fazer, e de estar a pôr a cabeça a prémio ao atrever-me a denunciar…

– não a desmascarar porque toda a gente conhece, mas são poucos os que denunciam –

…os resquícios do comunismo que ainda estrebucha, implacavelmente imposto na única Constituição comunista que resta em toda a Europa…, Europa que, sem tugir nem mugir, o aceita como se Portugal não fizesse parte da União Europeia; por desgraça do Povo sua vítima.

19.2.10 – Subsídios de Família, de 2.920$? Não! – Pensões de reforma de 34 contos ? Não ! Pensões de reforma completa, com apenas oito anos aos deputados, governantes, etc. ? NÃOOOOO !

19.2.11 – Criar uma criança não custa aos Pais três contos por mês; fica logo quando nasce por mais de 30, 40 ou mais de 50 contos, se tiver de utilizar a guarda, apenas a guarda (!?) de um infantário. Comedido como sou, advogo a mensalidade de 25 (vinte e cinco) contos à nascença (125 Euros) incluso o mês da nascença, acrescido de 1 (um) conto (cinco €) por cada ano de vida enquanto estudar, com direito a perder um ano no ensino obrigatório e outro ano no curso superior. O subsídio é mantido até seis meses, depois de findar os estudos, nestas condições:

a) – O subsídio é concedido para a criança. É entregue à pessoa ou Entidade que a Junta Local da Freguesia assegure ser responsável pela sua subsistência e educação.

b) – Existem hoje meios seguros de se saber quem são os progenitores. As Mães, em caso de necessidade, serem obrigadas a informar a Junta Local da identidade do pai, sob pena de assumir todas as consequências dessa falta.

Os pais comprovados, cientificamente em caso de necessidade, serem obrigados a reconhecer a paternidade e ainda obrigados, durante passados seis meses depois da idade mínima necessária para tirar um curso superior, nas condições estabelecidas no final do 1.° parágrafo deste n.° 19.2.11, além de pagar uma quarta parte de todos os seus proventos, benefícios e regalias, em estado bruto, sendo esses valores administrados pela Junta Local da Freguesia ou por quem esta nomear como tutor oficial, uma ou outro remunerado pelo valor que a Junta Local estabelecer, até à data de prestar contas ou por incapacidade física, seja necessária a intervenção da Junta Local.

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